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2015.03.08 15:24 Beermoney Brazil

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2020.12.03 18:38 argustj S147 - Dezembro 2020

Anúncios e lembretes
Dezembro de 2020
PARA OS ANCIÃOS
  1. Discurso especial de 2021: O discurso especial de 2021 será feito na semana de 15 de março de 2021. O tema é “Você encontrou ‘uma pérola de grande valor’?”. (S34 n.º 24) Se a congregação tiver a visita do superintendente de circuito ou uma assembleia de circuito na semana de 15 de março, o discurso especial será feito na semana de 8 de março. Se a congregação tiver tanto a visita do superintendente de circuito como uma assembleia de circuito nessas duas semanas, o discurso especial será feito na semana de 1.º de março. O corpo de anciãos deve escolher um orador local ou convidar um orador visitante para fazer o discurso especial para a congregação. A gravação do discurso especial no JW Stream apenas deverá ser usada pelos publicadores e pessoas interessadas que não puderem se conectar à reunião ao vivo ou pelas congregações pequenas, grupos e pré-grupos que tiverem poucos oradores qualificados.
O esboço, as imagens e o vídeo para o discurso especial de 2021 ficarão disponíveis no jw.org em breve. O esboço n.º 24 antigo, “O que o governo de Deus pode fazer por nós”, não deverá mais ser usado a partir da semana de 1.º de março de 2021. Certifiquem-se de que os oradores que fazem esse discurso saibam dessa orientação.
  1. Discurso da Celebração de 2021: A Celebração será no sábado, 27 de março de 2021. O corpo de anciãos deve escolher um orador local ou convidar um orador visitante para fazer o discurso da Celebração para a congregação. A gravação do discurso da Celebração no JW Stream apenas deverá ser usada pelos publicadores e pessoas interessadas que não puderem se conectar à reunião ao vivo ou pelas congregações pequenas, grupos e pré-grupos que tiverem poucos oradores qualificados. — Recapitulem a orientação no livro Pastoreiem, capítulo 20, parágrafos 6 a 8, sobre como escolher o orador da Celebração, quem vai fazer as orações e como decidir o horário da Celebração.
  2. Orientações sobre Áudio e Vídeo para Quem Faz Discursos Públicos por Videoconferência (S178): Áudio ruim, coisas no fundo que distraem e enquadramento impróprio de vídeo podem prejudicar a apresentação de verdades bíblicas e, assim, fazer com que a assistência tire menos proveito dos discursos públicos. (1 Cor. 14:8) Para ajudar os oradores públicos nestes aspectos, foi preparado o documento Orientações sobre Áudio e Vídeo para Quem Faz Discursos Públicos por Videoconferência, que em breve será postado no jw.org para todos os anciãos e servos ministeriais. Todos os aprovados para fazer discursos públicos devem ler com atenção este documento, mas os princípios dele vão ajudar todos os irmãos designados para apresentar partes nas reuniões.
  3. Aumento no número de casos de covid19: Em praticamente todas as cidades do Brasil, as autoridades já flexibilizaram as medidas de precaução, e as pessoas em geral não estão mais se preocupando tanto com essas medidas e estão tentando voltar o mais rápido possível à vida “normal”, como se não existisse mais o risco de contaminação pelo coronavírus. No anúncio para a congregação, estamos relembrando os chefes de família sobre a responsabilidade de cada um deles de analisar e decidir as medidas de precaução que sua família vai adotar durante a pandemia, e não queremos criar regras sobre isso. Mesmo assim, por amor aos irmãos, vocês devem continuar relembrando essas medidas para as famílias da congregação, especialmente por causa do preocupante aumento no número de casos de covid19. Assim, como homens que exercem a liderança na congregação, vocês e suas famílias devem continuar servindo como exemplo para a congregação por seguirem à risca as medidas de higiene e de precaução recomendadas no documento Orientações para o Corpo de Anciãos sobre a Pandemia Covid19.
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Vocês também devem ser exemplo para outros irmãos em assuntos como reuniões sociais e recreação. Continuem não promovendo nem participando presencialmente de qualquer tipo de reunião social, como casamentos, festinhas, churrascos e passeios (como ir à praia ou ao shopping). Evitem viagens desnecessárias para casa de parentes ou amigos. Além de vocês ficarem expostos desnecessariamente ao coronavírus, há o risco de vocês o espalharem para seus pais idosos ou outros parentes e amigos. Vocês também devem ser exemplos em evitar ao máximo receber visitas em casa, o que inclui receber visitas para realizar atividades espirituais juntos, como assistir às reuniões ou participar na pregação. Essas atividades espirituais devem ser feitas apenas por meios eletrônicos.
Além disso, lembramos que se um publicador apresentar os sintomas iniciais da covid19, o ancião de contato sobre assuntos de covid19 deve preencher e enviar imediatamente o formulário Casos de Covid19 para o superintendente de circuito (o formulário está disponível no jw.org em DOCUMENTOS > Formulários).
  1. Cadastro no serviço de alerta da defesa civil sobre possíveis desastres: Em algumas regiões do país, a defesa civil possui um serviço gratuito de alerta por mensagem de texto (SMS) para possíveis desastres. Assim, recomendamos que cada ancião, incluindo o superintendente de circuito, faça o cadastro nesse serviço, se ele estiver disponível em sua região. Para isso, envie um SMS para o número 40199 para cada CEP que você deseja cadastrar, por exemplo, o CEP de sua residência e o CEP do Salão do Reino. Isso poderá ser uma ajuda adicional para que vocês, como pastores amorosos, estejam mais bem preparados para um possível desastre e tomem todas as medidas necessárias para ajudar os publicadores, conforme as orientações do livro Pastoreiem, capítulo 26, parágrafos 1 a 6.
  2. Destinatário “Ajuda Humanitária” no email do jw.org: Na lista de contatos do email do jw.org, há agora esse novo contato de Betel. Em geral, só os superintendentes de circuito e os anciãos que servem nas Comissões de Ajuda Humanitária (CAHs) devem usar esse destinatário. Assim, lembramos que, em caso de desastre natural ou outra situação de emergência, sigam as orientações do livro Pastoreiem, capítulo 26, parágrafos 7 a 12. Isso inclui contatar o superintendente de circuito, que providenciará a ajuda necessária. Além disso, para assuntos relacionados à pandemia da covid19, continuem seguindo as orientações do documento Orientações para o Corpo de Anciãos Sobre a Pandemia Covid19, parágrafos 12 a 18. Lembramos que os formulários Casos de Covid19 e Informações sobre Publicadores Que Precisam de Ajuda durante a Pandemia Covid19 não devem ser enviados a Betel.
  3. Documento Como os Pais Podem Proteger seus Filhos de Transfusões de Sangue (S55): O corpo de anciãos deve se certificar de que os pais e mães com filhos menores de idade conheçam bem as informações desse documento. (Veja sfl cap. 11 par. 2.) Para isso, recomendamos que cada superintendente de grupo considere o mais breve possível as informações desse documento com cada publicador de seu grupo que tenha filhos menores de idade. Ao fazerem isso, recomendamos também ler com eles o terceiro parágrafo da segunda coluna do S55. Além disso, podem considerar com eles as explicações adicionais abaixo de trechos desse parágrafo:
(1) “Alguns médicos ou hospitais, baseados em seu entendimento médico ou legal, não darão 100% de garantia de que não usarão transfusões de sangue ao tratar crianças, bebês ou bebês prematuros.” Não é possível ter 100% de certeza de que um médico não vá usar transfusão de sangue num paciente menor de idade. Os pais têm a responsabilidade de examinar bem qualquer documento sobre isso que o hospital ou o médico solicitar que eles assinem. É preferível que os pais apresentem suas solicitações de forma verbal, usando um tom firme, mas evitando imposições. Independentemente da decisão dos pais de assinar ou não o documento, eles devem levar em conta que ao final sua decisão não vai impedir o hospital ou o médico de fazer transfusão de sangue no paciente menor de idade.
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(2) “Mesmo assim, quando um médico cooperador tiver realizado tratamentos similares no passado sem transfusões de sangue, ele talvez assegure aos pais que fará tudo que pode para evitar transfusões de sangue. Nessa circunstância específica, os pais talvez concluam que essa é a melhor opção disponível. Se permitirem ao médico fazer o tratamento, os pais devem deixar claro que isso não constitui autorização para fazer uma transfusão de sangue em seu filho. Ao avaliar bem o assunto, os pais talvez decidam confiar na experiência do médico e na afirmação de que ele e sua equipe farão tudo o que for possível para evitar transfusão de sangue. Mas os pais devem deixar claro tanto para o médico quanto para o hospital a posição deles quanto a não usar sangue como tratamento em seu filho menor de idade.
(3) “A responsabilidade por tais decisões é dos pais, e a congregação não encararia isso como uma transigência. (Gál. 6:5)” A decisão final será sempre dos pais, e eles podem contar com o apoio da congregação nas decisões que tomarem.
  1. Situações em que existe risco de transfusão de sangue: Se um publicador batizado ou não batizado (mesmo se for inativo) ou seus filhos menores de idade estiverem em situação de risco de transfusão de sangue, os anciãos devem entrar em contato imediatamente com a Comissão de Ligação de Hospitais (Colih) de sua região. (Pro. 22:3) Infelizmente, têm acontecido de alguns anciãos esperarem que o publicador tome a iniciativa de procurá-los, para só depois entrar em contato com a Colih. Isso pode dificultar muito o trabalho dos irmãos da Colih no contato com a equipe médica responsável e assim agravar a situação de saúde do publicador ou de seu filho menor de idade. Assim, continuem seguindo as instruções do livro Pastoreiem, capítulo 11, parágrafo 8, e tenham as informações de contato da Colih de sua região sempre à mão.
  2. Responsável pelo depósito de publicações: A partir de 1.º de dezembro de 2020, Betel vai designar superintendentes de assembleias como responsáveis pelos depósitos de publicações. Assim, se na sua congregação há um irmão ou irmã que auxilia no recebimento de publicações enviadas por Betel para um depósito, informem a ele(a) que o nome e o contato dele(a) está numa lista que foi compartilhada com o responsável pelo depósito. Isso permitirá que ele entre em contato com o irmão ou a irmã para fornecer mais orientações. Em alguns casos, o responsável pelo depósito também vai entrar em contato com o corpo de anciãos para obter algumas informações sobre esses irmãos ou irmãs que auxiliam no recebimento de publicações ou para obter outras informações necessárias.
PARA A COMISSÃO DE SERVIÇO
  1. Relatórios com menos de 15 minutos: Até que haja outra orientação, a comissão de serviço da congregação não precisa mais decidir quais publicadores se qualificam ou não para entregar um relatório com 15 minutos de atividades. (sfl cap. 22 par. 14) Se qualquer publicador participar do ministério por menos de uma hora durante o mês, mesmo que seja menos de
15 minutos, o secretário deverá simplesmente anotar no Registro de Publicador de Congregação (S21) que o publicador participou no ministério durante aquele mês. Não é necessário perguntar para o publicador quantos minutos ele gastou na pregação. No relatório mensal enviado para Betel, o publicador deve ser contado entre os que entregaram o relatório de serviço de campo e deve ser incluído no total de publicadores ativos da congregação.
PARA O COORDENADOR DO CORPO DE ANCIÃOS
  1. Anúncios para a congregação: Certifique-se de que os anúncios para a congregação sejam lidos na próxima reunião do meio de semana e de que o irmão que vai ler os anúncios saiba a data em que o discurso especial será feito em sua congregação.
  2. Orientações sobre Áudio e Vídeo para Quem Faz Discursos Públicos por Videoconferência (S178): Certifique-se de que todos os anciãos e servos ministeriais aprovados para fazer discursos públicos saibam que precisam ler o documento Orientações sobre Áudio e Vídeo para Quem Faz Discursos Públicos por Videoconferência.
Anúncios e lembretes
Dezembro de 2020
PARA A CONGREGAÇÃO
  1. Discurso especial e discurso da Celebração de 2021: Você talvez queira marcar as seguintes datas no seu calendário. A Celebração será realizada no sábado, 27 de março de 2021. Para aumentar nossa expectativa pela Celebração, o discurso especial será feito na semana de 15 de março de 2021. O tema é “Você encontrou ‘uma pérola de grande valor’?”. Para as congregações que tiverem assembleia de circuito ou a visita do superintendente de circuito na semana de 15 de março, provavelmente o discurso especial será feito na semana anterior. Na nossa congregação, o discurso especial será feito no dia [Data]. Na maioria das congregações, o discurso especial e o discurso da Celebração serão ao vivo, por videoconferência.
  2. Relatórios com menos de 15 minutos: Queremos elogiar muito vocês pelos esforços que estão fazendo para participar no ministério todo mês apesar das restrições impostas pela pandemia da covid19. Com certeza, Jeová entende as suas circunstâncias e dá muito valor ao serviço que você faz de toda a alma. Assim, ficamos felizes de informar que, até que haja outra orientação, qualquer publicador que participar no ministério durante o mês, mesmo que seja por menos de 15 minutos continuará sendo contado como publicador ativo. Se você participar no ministério por menos de uma hora, tudo o que você precisará fazer é informar o superintendente do seu grupo que você participou no ministério aquele mês. Você não precisa dizer quantos minutos você gastou na pregação. Continue fazendo o seu máximo para realizar seu ministério e tenha certeza de que amamos você. — Leia 2 Coríntios 8:12.
  3. Continuem tomando medidas de precaução durante a pandemia: É triste reconhecer que muitos de nossos queridos irmãos já perderam na morte pessoas que amam por causa desta pandemia. Lamentamos informar que, no Brasil, 908 publicadores faleceram por causa da covid19. É uma triste realidade que em muitas comunidades a covid19 tem se propagado muito rápido. É claro que estamos atentos para tomar as medidas de precaução ao cuidar de assuntos essenciais que exigem contato com o público. No entanto, talvez nossa tendência seja baixar a guarda quando precisamos ter contato com parentes ou amigos que não moram em nossa casa. Assim, queremos lembrá-los de que é muito importante tomar as medidas de precaução em qualquer situação. Essas precauções incluem usar máscaras, manter o distanciamento físico e lavar as mãos regularmente. Se você estiver com sintomas de resfriado ou gripe, é melhor que fique em casa e informe isso ao seu médico.
Em praticamente todas as cidades do Brasil, as autoridades já flexibilizaram as medidas de precaução, e as pessoas em geral não estão mais se preocupando tanto com essas medidas e estão tentando voltar o mais rápido possível à vida “normal”, como se não existisse mais o risco de contaminação pelo coronavírus. Assim, incentivamos todos a não fazerem nem participarem presencialmente de qualquer tipo de reunião social, como casamentos, festinhas, churrascos e passeios (como ir à praia ou ao shopping). Evitem viagens desnecessárias para casa de parentes ou amigos. Além de vocês ficarem expostos desnecessariamente ao coronavírus, há o risco de vocês o espalharem para seus pais idosos ou outros parentes e amigos. Evitem também ao máximo receber visitas em casa, o que inclui receber visitas para realizar atividades espirituais juntos, como assistir às reuniões ou participar na pregação. Essas atividades espirituais devem ser feitas apenas por meios eletrônicos.
Conforme diz Sofonias 3:16, não é hora de ‘deixar que as suas mãos se abaixem’, ou seja, não é hora de deixar que as ansiedades e incertezas causadas pela pandemia impeçam que vocês continuem sendo cautelosos. Aproveitamos para elogiar os chefes de família que, em vez de agirem como as pessoas em geral, continuam agindo com sabedoria.
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2020.12.03 16:24 vini_darkness Minha história de corno e romance. E o amor da minha vida que eu nunca vou esquecer

Oi, meu nome é Vini tenho 17 anos. Bom, eu sou bissexual, pra alguns isso pode ser uma vantagem “ o dobro de opções”, mas pra mim é um problema porque também é o o dobro de chance de se decepcionar,o porque disso? Vocês já vão entender. AGOSTO DE 2015 A história começa quando eu tinha apenas 12 aninhos e fui jogar basquete pela primeira vez fora da cidade,foi aí que eu conheci ele, que aqui vou chamar de Gabriel para preservar a identidade. O Gabriel é 2 anos mais velho que eu,tinha 1,80 era loiro,sardas,enfim, simplesmente lindo! Eu nem sabia que eu gostava de meninos mas aquele dia quando eu vi ele me deu um gelo na hora,parece que o tempo parou por um segundo enfim, conversamos se conhecemos e se tornamos amigos muito próximos, não peguei o telefone dele mas de tempos em tempos a gente se encontrava. 2016 Lá fui eu jogar novamente e ele estava lá, toda a vez que a gente se encontrava parecia que o desgraçado tava mais bonito. A gente tava tomando café da manhã e ele me falou o seguinte: -Vamo lá fora comigo tomar um ar. E eu fui maior inocência desse mundo aí a gente foi atrás da escola que era o nosso alojamento e ele me puxou e me beijou.( Mano, aquele foi o momento que eu saí do corpo!Na fé! O melhor beijo da minha vida foi aquele). Mas como alegria de pobre dura pouco, é aí que começa o problema. Ele falou o seguinte: Não conta pra ninguém! Foi bom,foi legal mas eu não quero ser assim! Tudo bem a gente ir ficando as vezes mas nada mais que isso! Enfim, na minha mente na época não fazia diferença nenhuma não me importava em so ficar, mas depois eu percebi que ele só queria me usar, enquanto eu amo ele até hoje e fantasiava até sobre como seria nossa vida no futuro. Alguns dias depois quando fui para minha cidade de novo, entramos no ônibus e começou a chover, então eu sentei lá no fundo, liguei a música “Spending my time” da roxette e fui chorando o caminho inteiro de volta, era um misto de saudade tristeza e indecisão, eu pensava” Eu ainda gosto de meninas, mas que porra que aconteceu aqui crl? Como que eu vo viver assim? 2017 Moro em uma cidade bem pequena uma das chamadas “cidades dormitório”. A cidade que o Gabriel morava era uma cidade vizinha maior onde eu tinha que ir de tempos em tempos pra fazer umas compras, ir no médico, etc.Num sábado de manhã eu estava fazendo compras pro natal que minha mãe tinha me pedido, quando eu vou pagar quem está na minha frente na fila? Ele. Começamos a conversar, no fim ele me pagou um sorvete e nós sentamos em parque que tinha um lago lindo, ai nós entramos no assunto de sexualidade e nós chegamos a conclusão que nenhum dos dois tinha certeza de nada, mas ele não queria admitir que não era hétero, “ tinha que manter a pose” já eu não tinha o menor problema com isso. Alguns dias depois nós acabamos brigando porque ele ficou me jogando na cara que tava ficando com uma menina. Eu fingi que não liguei mas eu amava ele, só não sabia. 2018-O ANO DELA Primeiro dia de aula, entrei na sala e vi os mesmos rostos, mas era impossível não notar um diferente, ela. Loira, olhos cor de mar,peitão,bundão, bom papo, jeito elegante, resumindo, fiquei inteiro arrepiado só de ver, mas não tive coragem de chegar nela. Logo depois da aula fui atrás da igreja fumar um cigarro quando chega ela e me pede um, eu bem que senti alguém me seguindo,ela falou que reparou em mim e falou que me achou bonitinho,acabamos ficando e ficando de novo,se tornou uma tradição fumar atrás da igreja depois da aula. Mais tarde no mesmo ano nos tornamos namorados ,eu realmente amei ela realmente estava apaixonado por ela mas ainda não tinha esquecido e (acho que nunca vou esquecer) o Gabriel.
2019-
Ela tinha se mudado para a cidade vizinha( isso mesmo, a mesma do Gabriel) então eu ia pra lá muito frequentemente. Um fim de semana desses teve uma exposição,com parques de diversões e ia ter alguns shows,nós estávamos andando pela exposição,quando eu encontro o Gabriel, ele me cumprimentou e ela cumprimentou ele como se já tivessem se conhecido, então descobri que eles estavam estudando na mesmo escola.(merda!)Mais tarde fomos no show , então eu fui na barraquinha de capeta buscar uma bebida pra nós quando eu ele me puxa pra um canto tentando me beijar e eu falei:- você tá louco? Eu tenho namorada agora, quando eu falei que te amava você não me quis e ficou me jogando na cara que tava ficando com outra -Mas agora eu quero você, vamos ficar, vem cá, eu sei que você quer. Eu não fiquei. Empurrei ele rolou uma briga levei um soco na boca e ele um no nariz. E eu fui levar as bebidas depois disso quando eu cheguei perto dela eu vi que ela tava conversando com ele e alguns segundos depois eles tavam na maior pegaçao eu só dei um tapinha nas costa de cada um e falei: Sejam felizes. Foi golpe baixo dele! Porra, penso nisso até hoje quando fecho os olhos pra dormir.Naquela noite eu fumei duas carteira de cigarro e dormi em um terminal de ônibus, peguei o primeiro pra minha cidade e fiquei chorando e no fundo do poço por uns 2 meses, emagreci 5kg. Hoje eu tô levando a vida normal sem me prender a ninguém, focado nos meus objetivos e evitando decepções mas eu nunca vou esquecer aquele olhar sedutor dela, o papo e o sorriso irresistíveis dele e as duas melhores transas da minha vida com cada um deles..
É isso.. Moral da historia: Ex é um bixo do capeta. Se for namorar alguém tenha pelo menos a decência de ser fiel.
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2020.12.03 15:52 Lvvvvvv Não gosto de ninguém do meu novo trabalho e acho que vou me demitir hoje

Comecei em um novo trabalho há 1 mês e meu chefe é simplesmente um boçal. Ele fala mal dos colegas pra mim, tenho certeza de que fala mal de mim pelas costas, sempre fala que só é feliz no dia do pagamento, me dá prazos impossíveis pra cumprir. Enfim. Não vale a pena, pois o salário nem é dos melhores e eu ainda tenho uns 10 meses de economias guardadas.
Enfim. Certas coisas na vida não valem a pena. Não quero ter de viajar todo dia por 3 horas para contribuir com pessoas as quais não admiro. Não quero me contaminar com esse jeito vulgar de se referir aos clientes como idiotas. Não faz parte de mim.
De volta à procura por um trabalho. Que seja.
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2020.12.03 14:25 DiplomataBrasileiro Aos chupadores de buceta:

Edit título: CHUPADORES/CHUPADORAS de buceta.
Gosto muito de chupar bucetas sem proteção. Óbvio que, para eu me entregar a essa diversão, eu preciso estar ficando com a pessoa há um certo tempo, ou ter a certeza de que somos nosso únicos parceiros por um tempo - não quero ter riscos de contrair alguma DST/IST.
Quando chupava a minha primeira namorada, sentia que a pepeca dela tinha um gosto muito ácido, o que deixou as coisas menos agradáveis pra mim, mesmo ela gostando bastante do oral, e eu gostando bastante de dar prazer a ela com a minha boca, mesmo não gostando tanto assim do gosto.
Em outras experiências, o gosto era agradável.
Quando a pepeca for assim mais ácida, por motivos saudáveis, como desregulamento do PH vaginal, o que posso usar para deixar as coisas mais agradáveis ao meu paladar?
Aos chupadores/chupadoras de buceta, conhecem algum gel/creme/doce saudável à vulva que posso usar na pepeca pra me lambuzar por inteiro quando a periquita for ácida demais?
Ou isso tudo é uma baboseira e eu preciso refinar meu paladar ao Ph mais ácido da pepeca saudável?
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2020.12.03 07:08 LoriBlack Quando a jornada acaba?

Meu aniversário se aproxima. Serão 26 anos de uma vida vivida intensamente em alguns momentos e regada a medo e decisões mal tomadas.
Estou na faculdade desde os 18. Era o curso do meu sonho desde os 12. E quem de 12 anos tem propriedade pra escolher alguma coisa na vida? Eu achei que tive e meus pais adoraram, afinal, direito. Sonhava em ser juíza ou promotora e lutar contra a injustiça do mundo. Inocente, eu sei. Injustiças, no geral, sempre me deixaram puta. Meu pai brincava que eu era a defensora dos frascos e comprimidos.
Cheguei no que queria, bolsa integral na melhor universidade particular do meu estado. Felicidade certo? Tirando a parte de que desenvolvi fobia social e não conseguia falar, tive colegas, saímos algumas vezes. Não era tão ruim, tinha com quem fazer o trabalho, mas não me sentia pertencente.
A cada semestre a sensação de inadequação aumentava e comecei a falhar nas aulas. Ia muito bem nas matérias que eu gostava e passava na média em outras. Até aí, normal.
Comecei um relacionamento aos 19. Tirou o chão dos meus pés. Era um relacionamento extremamente simbiótico. Passei a matar aulas para ficar com ele. Comecei a ter crises de ansiedade quando realmente ia para a aula. Me afastei dos poucos colegas que se importavam comigo. Perdi, no 5 periodo, a tão sonhada bolsa de estudos ao mesmo tempo em que fui aprovada no concurso de estágio de um tribunal de justiça.
Talvez devesse ter aproveitado essa perda para parar e refletir sobre o que eu realmente queria, já que eu só tinha 20 anos. Mas o estágio pagava bem pra epoca, minha familia passava apertado com dinheiro e eu poderia ajudá-los. Decidi ignorar o fato de que claramente eu não estava me identificando com o curso.
Os proximos 5 anos foram ladeiras a baixo. Continuei pagando matérias eventuais com a bolsa do estagio. Passei por mais 2 estagios, muito bons. Recuperei a bolsa, perdi de novo. Entrei em um estado depressivo onde mal consegui trabalhar então comecei a me medicar.
Um amigo, vendo minha situação, me apresentou a maconha como solução. "Vai ver, sua vida vai ficar mais leve, sua cabeça também, voce vai aprender muito sobre si mesmo". Bom, a droga não é tudo isso que falam por aí. Sim, eu consegui voltar a apreciar pequenas coisas, como ver serie, rir, amizades. Mas ela é uma ilusão. No início você foge dos seus problemas, tem insights incríveis sobre quais são os seus problemas e toda aquela dor de existir pausa.. Mas para por aí
Resolvi tentar terapia, já que a droga estava piorando minha vida. Depois de 2 anos, chegamos a conclusão que eu deveria trocar de curso. Segundo a terapeuta, o curso foi uma tentativa de agradar meu pai, que queria muito que eu fizesse direito. Não o culpo. Em algum momento eu também o quis, muito.
Aliás, é o que mais doi. Os anos que 'perdi' . O estar no curso superior, sonho da minha família, já que meus pais não tiveram essa oportunidade, e não aproveitar. Tive asco, repulsa, vergonha de mim mesma.
Com essa pandemia, veio a demissão. Era um bom estágio, em uma área respeitada e com futuro. O tipo de lugar em que se eu tivesse me esforçado mais, poderia ser contratada no futuro. O único problema é que fazia eu me sentir morta por dentro.
Tentei de novo, esse semestre, agora pagando, finalizar o ciclo do 5/6 periodo. Comecei bem, me envolvi com grupo de estudos e iria começar um artigo para ser publicado em um seminário respeitado. Falhei, novamente. Na hora de sentar e escrever simplesmente não ia. Fiz todo o planejamento, separei os artigos e eu, que sempre gostei de escrever, não conseguia tirar uma palavra sequer.
Entrei um pouco em pane e larguei o semestre na metade. Típico de mim. Já me julguei imediatamente, afinal, não há ninguém para culpar além de mim mesma. Eu tentei, digo para mim mesma. Eu tentei querer isso, que eu não quero mais há anos. Tentei ser outras pessoa me medicando com escitalopram, sertralina, zoloft e alprazolan. Tentei me mudar, afinal, qual o problema comigo? Quem desiste de um curso de direito em uma das melhores universidades? Eu deveria terminar, certo?
Se esses anos de fracasso me ensinaram algo é que, no fim, não tem como sermos algo que não somos. Quis tanto ser a advogada, a estudante de direito. Idealizei isso tanto. No fim, não funcionou.
Ou voce o é ou não. Essa jornada me trouxe o desejo de conhecer mais a mim mesma. De entender a mente humana, tão poderosa, que nos faz andar em círculos como doidos, repetindo os mesmos erros por anos.
Decidi, aos 26, em iniciar na psicologia. Doida, eu sei. O país nessa situação, eu deveria ir pelo mais certo. Afinal, dois anos para formar são mais próximos que cinco, de um curso inteiro. E se eu errar novamente, e se eu surtar no meio do curso? E se não terminar?
As respostas, não tenho. Só sei que o desejo de mudar existe e resisti por anos. Enquanto resisti não avancei na vida. Vou tentar fazer algo por mim agora. Pelo meu desejo. No fim, todo ser vivo tem a capacidade de se virar. Eu vou ficar bem. Eu vou dar um jeito. Eu vou atrás de tentar sentir tesão pela minha própria vida de novo.
Eu não sei e não tenho certeza se estou tomando a decisão certa. Não tenho apoio dos que me cercam e não os culpo. Parece uma decisão irracional. Mas será que apenas as decisões do campo da razão merecem prosperar?
Fica o questionamento.
Se você leu até aqui, agradeço. Já sabe mais sobre mim que muitos amigos.
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2020.12.03 03:24 terapashire Vou enviar uma msg, não sei o que esperar

Tomei um pouco de coragem e comecei a escrever um texto pra mandar pra ela. Isso nunca aconteceu antes, não sei q tipo de reação ela pode ter e como devo me preparar para as possíveis respostas.
A msg é bem longa, pretendo contar tudo e desabafar.
“ Oi *, **** aqui 👋🏻 Tudo bom com vc? Ainda lembra de mim? Não? heheh😅
Pois é... eu dei uma sumida mesmo, eu sei. Sei q me afastei de todo mundo lá do ****, talvez tenham achado estranho eu não falar mais nada, não conseguirem mais meu contato e nenhuma explicação minha.
Sei q pode ser mais estranho ainda eu aparecer assim, do nada mandando textão e tentando me explicar.
Pois é bem isso mesmo q vou fazer aqui: dar algumas explicações e desabafar um pouco. Se não se importar.
Eu dei uma sumida mesmo, pra valer, de propósito, ou pelo menos tentei. Não falei mais com ninguém, não dei mais notícias. Não tive mais notícias.
Sumi do mapa, não avisei pra onde ia nem deixei rastros. Não deixei recado a ninguém nem dei explicações. Simplesmente sumi.
Sumi porque acreditava q essa seria a única saída para enfrentar o que viria pela frente, acreditava q meu completo isolamento ia me trazer sossego.
Bem, o q vou te falar agora é algo muito pessoal, sei q não tens nada com minha vida, nem quero causar incômodo ou q sinta culpa por algo. Mas não é nada sério, relaxa.
Desde o final do ano passado não tenho tido mais paz, minha vida deu uma virada muito inesperada e eu não estava pronto pra assumir esse b.o.
Ano passado eu achei q finalmente estava dando um rumo para a minha vida, tinha conseguido arrumar um emprego, tinha começado a sair do aperto e ajudando minha mãe, estava conseguindo terminar meu tcc, tinha encontrado pessoas boas que eram minhas companhias diárias e se tornaram amigos, tinha conquistado o respeito e admiração de todos. E tinha encontrado vc.
Sim, estou enfim te revelando isso. Vc foi a última pessoa q eu realmente gostei.
Bem, e a partir daí vc sabe, veio a minha 1a demissão e foi quando tudo começou a dar ruim.
Eu sou uma pessoa q nunca consegue as coisas fácil na vida, e quando eu começo a perder eu saio fora, desisto fácil, um frouxo - pra ser mais claro, não sei competir, não consigo ter disciplina e ser insistente pra alcançar meus objetivos.
Mas aí a vida me deu de presente uma nova chance. Voltei a trabalhar e voltei com quase tudo aquilo q tinha perdido antes. Tbm tive mais uma chance de me aproximar de vc, mas eu deixei escapar.
Minha insegurança e meu problema com auto-estima nunca permitam q eu deixasse claro meus sentimentos. Meu orgulho tbm interferiu nisto, além de que sou um cara muito lento pra essas coisas.
E eu tbm senti q vc já não estava mais disposta a nada e eu acabei ficando perdido.
Então veio a pandemia e as demissões na empresa, e junto dela a certeza de q mais uma vez estaria sozinho e sem rumo, e dessa vez seria sem volta. Eu já estava mal na época, não iria aguentar ficar por tanto tempo me torturando por algo q não poderia ter. Foi aí q eu tomei a decisão de me afastar.
A ideia era esquecer tudo, dar um reset na minha vida, deixar tudo e todos para trás até encontrar um lugar novo, conhecer pessoas novas e quem sabe me apaixonar de novo.
Mas eu não poderia estar mais errado... a solidão dessa vez só trouxe dor. A gente não tem poder sobre as ilusões q nossa mente produz, e num contexto assim de quase total isolamento, ela se torna nossa maior inimiga. Pela primeira vez na vida admito q tive depressão, ganhei uma gastrite e um problema com ansiedade.
Todo dia eu me arrependia de ter tomado essa decisão, mas meu orgulho sempre vencia o “debate interno” e eu permanecia longe, sofrendo.
E hoje eu estou aqui, contando isso pra ver se me desafogo. Pq era o q eu devia ter feito desde o início. Estou aqui porque eu precisava falar isso pra alguém em algum momento, botar tudo pra fora e falar pra ti tudo o q senti sem medo. Porque bem... é assim q pessoas deveriam agir sempre. Essa foi uma lição q aprendi e estou botando em prática.
Não sei o que vc pode sentir ao receber isto, não quero te causar nenhuma angústia, talvez vc esteja passando por um momento ruim tbm, afinal quase ninguém tá bem nesses dias.
Não quero q sinta pena de mim nem nada, nem se sinta obrigada a ter empatia, vc é livre pra viver e escolher o que quer pra si, vou respeitar isso, prometo. Não precisa responder logo tbm, faça no seu tempo, e nem estou esperando um textão, só quero ter certeza se eu não estava confundindo as coisas. Já é dezembro e esse ano já deu tudo tão errado...
Estou melhorando, procurei ajuda, estou me tratando. Aos pouco vou recompondo minha saúde e colocando a mente no lugar. É um um processo longo, vai levar tempo, e uma parte importante dele é ir resolver as coisas entre as pessoas, falando o q sente. E independente da sua resposta vou ficar bem, acredite.
Bom era isso q eu tinha pra dizer, desculpa qualquer coisa. Fique bem por aí e se cuide sempre! 😊”
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2020.12.03 03:22 caio235 Eu não sei

Eu já quero avisar de anti-mão que esse texto será muito longo, nesse texto contarei praticamente uma parte de minha vida
Eu tinha 13 anos, eu tava jogando no meu PS4 escutando os Beatles, eu me lembro até a música que tava tocando:I Am The Walrus, foi aí que me veio uma grande vontade de fazer música,de apenas criar e produzir em estúdios, nesse momento quando eu escutei eu queria de ser maiores que os Beatles, formar uma banda de 4 pessoas e ser maiores que eles com apenas as musicas que criavamos, apenas um sonho de um adolescente, eu de noite indo dormir no mesmo dia desse pensamento eu tive outro pensamento de:"se é pra ser maiores que os Beatles então tenho que fazer músicas muito boas" eu na hora fui tentar fazer uma musica dentro da minha mente,eu só conseguir o começo e achei muito boa, aí eu fiquei me animando e sonhando mais, mas o lance era que eu nunca ia atrás desse sonho, sempre achei que ele iria vir de bandeja pra mim, oq eu era muito inocente pra vida,eu n era muito extrovertido, eu era introvertido fora da escola, na metade do 3 bimestre meus amigos da escola começaram a ser babaca CMG, eu n sei pq, eu fique muito triste mas n ao ponto de ter depressão, nessa época eu ia pra escola ficava de cabeça baixa o horário escolar todo e vinha pra casa escutar 3 únicos artistas e algumas músicas de outros, esses 3 são: nirvana, Beatles e system of a down. Final de ano meu pai anúncio que nós mudariamos
1 ano se passa, tinha 14 anos, um bairro de rico, mas n de extrema riqueza, fui pra uma escola particular onde a matrícula mensal era um pouco a mais que era da minha escola antiga mas a diferença era que era eu e minha irmã no ano passado minha irmã já tinha terminado o ensino médio e a diretora dava desconto na matrícula, n sei quanto mas dava, e esse definitivamente foi o pior ano da minha vida até agora, pelo fato de n ter conseguido se enturmar, por ser tímido e de ter desenvolvido depressão, era as 7 da manhã até às 12:30 praticante uma tristeza enorme dentro do coração, apenas ouvindo os professores e professoras falarem, eu n tava me importando pra escola e muito menos eles se importando CMG, na hora do intervalo, os professores sempre demoravam uns 10 ou 15 minutos para entrar na aula, e na maioria das vezes que acontecia era meninos e meninas ficarem encima dos outros como se fosse "brincadeira", no terceiro bimestre eu taquei o foda-se pela timidez que tinha dentro de mim e fui puxar um papo com um menino, e eu percebi que ele e nem os outros queriam conversa cmg, foi por aí que comecei a n ser importa com o mundo, eu via como os professores davam aula, e as vezes eles perdiam a paciência de dar aula e outros nem davam direito, eu n tava me importando mais pra escola, e no final eu reprovei, meu pai um dia veio até mim e disse que gastou muito dinheiro naquela escola, eu fiquei com muita raiva e triste, e depois desse dia eu prometi a mim mesmo que nunca mais irei em uma escola publica
Mais um ano se passa e eu me matriculo em uma escola municipal, já de introdução da escola o professor de geografia que aí mesmo tempo era de vôlei, disse que ganhou o título de pior escola da cidade, eu n vou mentir que fiquei muito nervoso, mas com o tempo se passando eu vi que n é nada demais, eu acho que a escola ainda era no bairro rico, se fosse em um lugar mais pobre eu acho que veria oq as pessoas dizem sobre escola pública, nessa escola foi bem mais ou menos, teve momento que eu me enturmava e teve momento em que eu n me enturmava, e foi nessa época que eu desenvolvi a depressão por um motivo espiritual que eu não quero contar(se fosse n acredita no mundo espiritual, eu sinto muito por se desentender com o meu desabafo) antes de eu continuar contar nessa escola tem uma coisa que você que está lendo deve saber, em casa na maioria do tempo que eu fazia era escutar música, e sim, era a maioria era Beatles, system of a down e nirvana, mas quando eu escutava eu sentia um sentimento muito forte no que eu sentia, eu sentia muito forte o sentimento do vocal do Kurt Cobain no smells like teen Spirit, eu sentia a guitarra chorando no while my guitar gently weeps de George Harrison ainda nos Beatles, e eu sentia o poder da junção da guitarra, baixo e bateria no prison song de system of a down, o sentimento era tão grande e forte que eu n consiguo descrever, quando eu cantava com esse sentimennto que eu sentia, eu sentia e percebia que eu cantava muito bem, aí chegou um dia na escola pública que foi uma aula de teclado, e eu considero o melhor dia da minha vida, com certeza no futuro quando eu reviver a minha vida passada, eu vou chorar relembrando esse dia, era eu, o teclado e um cara que tocava e cantava CMG, no começo ele sentia vergonha amis depois foi se soltando, eu pedia a ele colocar o som de bateria baixo e guitarras nas músicas que a gente ia tocar, e pessoal, eu cantava e tocava com todo k sentimento que eu sentia quando eu escutava música, eu me lembro das músicas que eu toquei e cantei: i am the Walrus, Lucy in the sky with diamonds, Lola, come togheter, hey Jude, stairway tô heaven, more thank a felling, come as You are, Dig It, e mais que n me lembro, eu percebi que o professor deixou eu tocar e cantar mais e depois ele me contou que eu tenho uma voz muito boa, hj em dia eu não sinto mais isso, eu sinto um vazio por causa da depressão que eu sentia, e eu fico .e sentindo triste por isso, a minha vó já não tem mais força e vontade, eu não tenho mais vontade de cantar como antes e eu não tenho mais a voz linda como antes, nesse mesmo ano nessa escola teve um trabalho de vídeo.que era pra dizer o seu nome. A sua idade e oq vc queria ser no futuro, eu disse: eu sou..., Tenho 15 anos e sou um fracassado, eu falei isso com a depressão que eu sentia no momento, meus pais foram chamados pra escolar por causa disso e eles falaram pra mim que se eu tivesse algum problema era pra eu falar pra eles, eu n contei Um ano se passa que é esse ano que eu estou postando esse desabafo, e chega a pandemia, um dia tava eu e meu pai no carro, nós falamos sobre o emprego da minha irmã e ele falou que ela ganha muito pouco pra pra trabalhar muito e que ela sofre demais nesse emprego e ficou me advertindo muito pra eu estudar pra arranjar um bom emprego e n passar sofrimento como ela está passando agora, eu me se ti muito vazio por dentro, e estou só esperando o destino me dar o convencimento da minha mente pra eu me matar de uma vez E é isso, se vc leu até aqui, por favor comente, se vc n tem nada pra comentar, comente um pelo menos:"eu li" muito obrigado por ter lido e que deus te abençoe
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2020.12.03 00:48 John_Bonbolo O suicídio de outras pessoas me motiva a cometer suicídio

Frequentemente eu entro no Google e pesquiso casos recentes de suicídio de pessoas da minha idade ou idades próximas, isso me ajuda, me deixa mais confiante, me da a certeza que não sou a única pessoa que chegou a esse ponto. Eu vejo as fotos dessas pessoas e penso "se essa pessoa conseguiu, então eu também consigo", eu as admiro como alguém admira um artista. Mas ao mesmo tempo me sinto incapaz até mesmo de me matar, medo de tentar e dar errado e eu me foder pro resto da vida, medo de me matar ao invés de ter esperado só mais um pouco as coisas terem dado certo.
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2020.12.02 23:10 Accomplished-Judge20 Como eu curei minha síndrome de ataques de pânico

Quem nunca teve um ataque de pânico nunca saberá o quão realmente nós ficamos (ou achamos ficar) perto da morte. Tive meu primeiro ataque no transporte público, cheio de pessoas a abarrotar. Me senti tão mal que chamei ambulância porque eu realmente pensei que estava tendo um ataque cardíaco (sentia tonturas, não conseguia respirar, tinha fortes dores no peito e no coração e um grande medo de morrer).
Para piorar minha situação quando a ambulância chegou o enfermeiro mediu minha tensão e estava com 18.9 quase 19 de pressão arterial (isso é GRAVÍSSIMO e muito alto). A partir daí fiquei com a certeza que ia bater as botas. Comecei já pegando no celular e telefonando todo mundo que eu amava me despedindo quase chorando (não estou zoando).
Mas cheguei no hospital, fiz eletrocardiograma, análise de sangue e exame aos pulmões e eu simplesmente não tinha nada. Não passou de um ataque de pânico, disseram eles. Eu lembro que na altura fiquei tão chateado pq eu tinha certeza que ia morrer e que estava com alguma doença grave e ninguém me queria tratar e aquele bando de incompetentes queria me deixar morrer. Minha mãe foi me buscar no hospital e fui para casa.
Nessa noite não consegui dormir. Achava que ia ter um ataque cardíaco durante o sono e morrer de vez. Spoiler? Não morri. Eu nem acreditei. E se eu achava que tinha passado mal nem imaginam como foram os próximos meses (sim). Nos 3/4 meses seguintes eu tinha ataques de pânico d i a r i a m e n t e. Entrava no mercado, tinha ataque de pânico, entrava no ônibus ou transporte tinha outro ataque, pegava no carro e tinha ataques ainda mais severos achando que ia atropelar alguém e me matar. Eu simplesmente não conseguia sair de casa (nem estar nela).
Eu achava que nunca mais ia ter uma vida normal e estaria condenado a viver assim. Por incrível que pareça a solução foi mais 'facil' do que eu imaginava. Eu pesquisei e li muito sobre ataques de pânico, e peguei um livro muito conhecido e específico sobre o assunto. Basicamente o autor refere que a única forma de 'curar' a síndrome dos ataques de pânico é literalmente deixar o ataque vir e aguenta ló até ele passar. Como assim? Você pergunta. Quando alguém tem um ataque de pânico a primeira e única reação de uma pessoa geralmente é fugir daquela situação (estar no ônibus, no mercado ou no carro e querer sair de lá o mais rápido possível) para se sentir melhor.
O problema é que fugir dos ataques não adianta nada, só piora os quadros. Você tem que permanecer no lugar e enfrentar o ataque até ele desaparecer por completo. Eu passei a fazer isso, eu achava que ia bater as botas mas enfrentei ate minhas últimas forças. Não apenas uma, duas vezes mas pelo menos umas 20 vezes. Por incrível que pareça os ataques foram se tornando menos frequentes e intensos e simplesmente desapareceram, nunca mais tive nada (já faz 1 ano).
Ter passado por tudo isso me mudou completamente como pessoa. Antigamente eu achava que tudo o que tinha era um bem dado e adquirido, mas agora para mim simplesmente acordar com vida numa cama agradável e poder respirar normalmente é uma grande vitória. Percebi que o maior privilégio que um ser humano pode ter é ser jovem e ter saúde. E passei a cuidar muito mais de mim. Agora prático exercício físico diariamente (ajuda a controlar minha ansiedade) , me amo mais, me stresso menos e amo cada minuto que estou vivo e sou muito grato. Obrigado a quem leu até aqui.
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2020.12.02 02:16 bahrbaridadetche Acho que estou melhorando.

3 dias atrás eu fiz um post falando sobre os pensamentos sexuais e violentos que eu estava tendo, e que possivelmente eu teria TOC sexual. Desde esse dia, eu só tive um pensamento novo desse tipo, que foi hoje (digo "pensamento novo" pois como disse no outro post, a maioria desses pensamentos eram os mesmos, que se repetiam devido certos gatilhos).
Hoje eu parei de ver pornografia e de me masturbar, pois acredito que esses pensamentos derivam de um vício em pornografia. Quero voltar minha rotina de treino, e a praticar meus hobbies, pois desde que eu comecei a ter esse tipo de pensamento intrusivo eu não conseguia parar de me culpar nem quando eu estava jogando ou assistindo algo para tentar me distrair. Felizmente isso acontecia mais frequentemente há uns 2/3 meses, que foi quando começou, e agora estou conseguindo me distrair mais. Não tenho certeza se parar de ver pornografia e de me masturbar vai adiantar, mas estou otimista.
Vou postar mais updates quando eu achar que vai ser bom, porque ver os conselhos de vocês foi algo que me ajudou muito.
OBS: Acho que algo que vai me ajudar muito será o lançamento do Cyberpunk, por que parece ser um ótimo jogo para se jogar durante bastante tempo, assim como foi The Witcher 3, ou seja, espero me distrair durante pelo menos alguns dias, rs.
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2020.12.01 19:22 PapaBento123 Discussão - A descriminalização das drogas como desrespeito ao dinheiro público.

CONTRIBUA PARA A DISCUSSÃO COMO QUISER, MESMO SE NÃO TIVER TANTO CONHECIMENTO. AQUI, A LIBERDADE DE EXPRESSÃO É ASSEGURADA.

Antes que me chamem de quadrado e fiscalizador da vida alheia, farei uma constatação muito simples: a criminalização das drogas se trata de uma questão de pragmatismo e respeito ao dinheiro público, não de carolice.
O SUS, sustentado pelas altíssimas cargas tributárias que pagamos, é um mal necessário. Discordo que a saúde pública deva ser um dever do Estado. Entretanto, temos de levar em conta que a renda média do trabalhador brasileiro é de pouco mais de 1400 reais. 70% da população é dependente dele, não podendo pagar plano de saúde privado. Dividir o ônus da saúde pública entre todos os pagadores de impostos é ruim? É. Mas acabar com ela significa, a curto e médio prazo, genocídio da população mais pobre.
Dessa forma, o pagamento das despesas médicas de um cidadão no sistema público torna-se não uma questão de foro íntimo, mas de interesse geral da sociedade. Eu não poderia me importar menos se meu vizinho utiliza-se de maconha, cocaína heroína e o diabo a quatro, mas eu não quero ter que pagar uma quantia absurda de imposto para pagar tratamento de uma pessoa que se encontra em tal situação por consequência de suas próprias escolhas.
A alíquota sobre cigarro, por exemplo, é altíssima. O fumante inveterado, quando tiver um câncer de pulmão, já pagou sua dívida com o Estado. O alcoólatra, idem. Duvido que, aplicando-se a mesma taxação sobre drogas atualmente ilícitas, os viciados comprariam-las dos comércios legais e não do traficante da esquina. Pois o custo seria infinitamente maior. Além disso, teria-se com certeza um dispositivo de limitação da quantidade de compra. Muitos anos se passariam até o estabelecimento de uma indústria sólida nesse setor. Até lá, não quero ser prejudicado em razão das escolhas de outrem.
Qual seria o ideal? Conseguirmos aumentar a renda média da população para um nível decente e suficientemente alto para que a grande maioria tenha acesso a convênios de saúde, tal qual Singapura, Hong Kong ou até mesmo os EUA. Caberia ao Estado prover vouchers à minoria absoluta que não pudesse utilizar-se deles por conta própria. Nessa situação eu sou favorável à legalização ampla, geral e irrestrita de qualquer tipo de droga. Cada homem seria responsável por suas próprias escolhas. Ao mesmo em que não teria sua liberdade tolhida, os outros não seriam prejudicados. Se tu quiser te encher de cocaína, foda-se. Mas quando tiver uma overdose eu não vou pagar por teu tratamento depois.
Entretanto, hemos de concordar que isso atualmente não passa de utopia. Acabar com a saúde pública """""gratuita"""" hoje é inviável. Se uma pessoa, consciente da consequência de seus atos, prejudica por vontade própria sua saúde, nessa situação o problema não é tão somente dela. Eu não sou pai de ninguém para ter de usar minha renda para pagar seu tratamento depois. A liberdade de tu te drogar livremente acaba no fato de toda a população ter que pagar por isso depois.
Conclusão: mantêm-se a proibição enquanto a pobreza da população forçar uma alta taxa de impostos para sustento de uma saúde pública universal. Conforma a renda média aumentar, acaba-se com isso e institui-se um modelo semelhante ao países liberais, com vouchers para uma minoria que não poder adquirir planos de saúde pro conta. Nesse segundo momento, legaliza-se.
Estou aberto a opiniões divergentes e ao debate civilizado.
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2020.12.01 06:27 Sev4h Ser acusado de mentira quando fala a verdade

Uma situação nova pra mim, conheci um cara bem gente boa, uma pessoa interessante, boa de conversar e tal. De boa.
Percebi que ele era gay, mas n importa muito pra mim, ele começou a dar em cima de mim e embora eu fique meio desconfortavel to ate acostumado. Meu problema é que eu n sei cortar, n sei ser ignorante, e muita vezes as pessoas confundem isso com dar corda.
Enfim ai esse cara dai ficou bem interessado em mim, ficou me chamando pra sair eu falava que tava estudando( realmente tava), ou que não dava, e eu sempre desconversando, pra mim tava claro o suficiente que eu não tava interessado embora nunca tenha sido rude com ele.
Ele ficou aparecendo no lugar onde eu treino, um parque aqui perto de casa, sempre puxando conversa, e eu sempre de boa. Um dia ele aparece la e fica com a cara fechada pra mim, eu estranhei mas n liguei muito, fiz meu treino normal e fui pra casa, dois dias depois ele me manda um textão falando que eu ensinei muita coisa pra ele, que eu era uma pessoa linda com energia muito boa não sei oq, foi ai que eu pensei em botar tudo na mesa, mandei um audio dizendo que achava ele muito gente e boa e tal mas não sentia atração e que tinha sido hetero minha vida toda e falei que a unica vez que eu cheguei perto de ficar com outro cara foi num carnaval quando eu fiz um beijo triplo, ele me chamou pra me encontrar pessoalmente pra conversar de boa e resolver qualquer mal entendido.
Aceitei e fui encontrar ele no mesmo parque que eu treino la ele me disse que sabia que eu tinha mentido(eu ja fiquei wtfffff) ele disse que uma vez tinha passado nesse mesmo parque e visto uma pessoa que ele disse ser parecida comigo ficando com outro cara e que agora tinha certeza que era eu, e me disse também que ele tava numa casa de show famosa aqui na minha cidade e que um cara foi dar em cima dele e quando ele não quis( pq segundo ele tava pensando em mim) o cara citou MEU NOME E DISSE QUE JA TINHA FICADO COMIGO!
Puta merda vei DO NADA O CARA MANDA UMA DESSA, eu ja desconfiei e achei muito bizarro isso mas ta, ai eu disse que nunca tinha ficado com nenhum cara assim, expliquei a parada do carnaval que foi a unica vez, e disse que se esse cara disse que ficou comigo é mentira. Olhando pra trás eu percebo que tenho muita paciencia, mas eu realmente tava confuso com a situação e ele realmente era gente boa, no maximo eu queria um amigo.
Beleza, tava tudo resolvido eu não sou um mentiroso e talvez tenha duvidas quanto a minha sexualidade mas não tava afim de descobrir por agora. Passou um tempo, eu entrei num relacionamento com uma mina, não é namoro ainda mas ta desenvolvendo, hoje eu fui treinar e ele tava la, achei que tava tudo resolvido fiquei de boa e ele meio esquisito de novo, segui minha vida.
Tava indo dormir ai vem uma mensagem de um numero desconhecido, perguntou se esse ainda era meu numero e disse que tinha me conhecido numa praia um ano atras surfando, e o pior é que eu realmente conheço muitas pessoas no mar troco ideia e tal e dps nunca mais vejo, ai parecia plausivel, eu falei que não lembrava quem era mas que eu to surfando todo dia e qualquer coisa era só marcar, ai esse numero falou que tava hospedado num hotel aqui perto e me chamou pra ir pro hotel? KKKKKKKKKK DO NADA
Eu falei que não ia não e ai ja tava imaginando quem era,mas me surpreendi ate que ponto ele chegou, depois ele perguntou minha sexualidade e eu repeti a mesma coisa que tinha dito pra ele antes, depois disso o maluco me manda um audio de 7 minutos falando como eu sou dissimulado, mitomaniaco, mentiroso e o krl a quatro.
Vei eu fiquei besta,to ate agr na vdd KKKKKKKKKK Serio tem muita gente louca no mundo .
Ainda disse que ia falar pra todas as pessoas que a gente conhece em comum o quão "monstruoso" eu sou KKKKKKKKKKK aiai, sorte que a gente não tem muitos circulos sociais em comum.
Enfim é isso fica a lição, a partir de agora eu vo ter que resolver essa de não ser grosso. Boa noite p vcs.
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2020.12.01 04:38 LuDeVa A ignorância é uma benção

Sempre pensei que essa frase servia como forma de julgamento irônico para pessoas que preferem não evoluir para não ter que sair da sua zona de conforto; Porém, com o passar do tempo eu estou vendo que essa frase é de uma sabedoria imensa. Somos desde pequenos treinados para sermos inteligentes, para ter raciocínio rápido e complexo, isso é excelente para se desenvolver em sua vida acadêmica e profissional, mas isso pode acabar com sua vida. A ideia de estar a todo momento raciocinando mil coisas diferentes acaba fazendo mal, você pensa coisas que não devia, acredita em mentiras da sua própria mente e fica totalmente paranóico, é como que aquela mente que você cresceu sendo forçado a ter mil e uma idéias na escola se vira contra você mesmo e tenta te matar. Se eu pudesse selecionar coisas para esquecer que existem, para simplesmente ser um ignorante sobre isso, para remover de uma vez por todas da minha mente, com certeza metade dos meus pensamentos iriam embora, porém não somos cartões de memórias para selecionar com o que devemos encher nossa mente, então eu fico nessa, nesse enorme abismo entre o raciocínio que a sociedade me pede para ter, ou a paz e tranquilidade da ignorância, mas, enquanto eu não decido para que direção tomar, eu simplesmente vou caindo nesse abismo... Bom... Se você tem alguma ideia sobre esse assunto para compartilhar comigo, pode falar, é muito fácil mudar minhas idéias e estou sempre aberto para visões de mundo diferentes do meu.
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2020.11.30 20:52 notYourWay090 Desmotivação e futuro após o curso

Olá camaradas,

Gostava de partilhar convosco como me sinto em relação ao curso e ao meu futuro depois de o concluir. Espero que me possam motivar ou dar algumas dicas.

Eu não tinha grandes certezas de que curso escolher no secundário e acabei por ir parar ao IST. Comecei motivado, mas essa fase acabou a meio do 1º semestre. Correu tudo bem nesse semestre e aproveitar para recuperar energias naquelas semanas antes do 2º semestre.
O 2º semestre começou e eu estava com cada vez mais motivação (não, a situação pandémica atual pouco me desmotiva), mas acabei na mesma situação de desmotivação já perto do fim do semestre. Mais uma vez, aproveitei as semanas seguintes aos exames para descansar e recuperar energia. Não vi praticamente nada relacionado com o curso durante todo o verão, não me apetecia sequer voltar a olhar para um pedaço de código.
O inicio do segundo ano estava à porta e comecei a ganhar motivação para continuar. Vamos já perto do fim e devo dizer que, praticamente desde o inicio do semestre, que ando desmotivado. Não totalmente desmotivado, mas a sentir-me quase constantemente em baixo.
No geral, devo dizer que até agora gostei do curso em que estou. Aprendo coisas interessantes e gosto de alguns desafios ao nível do estudo, mas às vezes acho que acabo por perder um bocado de vida pessoal.
Não tenho rumo nenhum. Não procuro ativamente saber coisas sobre temas do curso nem procuro futuros empregos nessas áreas. Eu gosto minimamente da área, mas não sei se quero trabalhar toda a minha vida em coisas destas, sempre a programar.
Olho para alguns colegas e parecem uns code monkeys. Não têm necessariamente o melhor conhecimento daquilo, mas tão sempre a programar isto e aquilo e não se cansam. Eu fico a pensar: porque não deixar estes gajos fazer o hard work e eu fico a fazer algum tipo de managment ou trabalho teórico, que parece-me ser o que gosto mais.

Dito isto, e já vai um post bem longo, o que aconselham para ficar motivado? Devo insistir na parte de programação ou focar-me noutras coisas que me possam interessar mais? Mesmo não tendo um rumo definido, devo entrar logo num mestrado ou tentar ter alguma experiência de trabalho primeiro? Se o aconselhável for um mestrado, devo fazê-lo no IST ou talvez no estrangeiro? E, por fim, se vir, no fim da licenciatura, que não quero mesmo saber desta área, o que devo fazer?

Obrigado a todos os corajosos(as) que leram até ao fim.
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2020.11.30 14:28 Um-cara-comum Me sinto muito vagabundo

Bom to desempregado pois minha mãe ta fazendo um tratamento e eu to cuidando dela. Mas tem alguns dias que eu fico livre, como hoje, mas não consigo ficar muito tempo focado programando, fico no máximo 3 ~ 4 hrs, e não ter uma rotina com certeza influencia nisso.
Eh só isso mesmo, só queria comentar com alguém, e talvez pedir desculpa pro eu do futuro que talvez se foda por eu não ter aproveitado mais esse tempo livre, mas infelizmente ta muito difícil de focar.
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2020.11.30 14:02 ebookrevenda O que você fez ou faz para aumentar suas vendas online?

O que você fez ou faz para aumentar suas vendas online?
https://preview.redd.it/28opxqvbld261.png?width=1200&format=png&auto=webp&s=1496073e034afbcb7f980a24d9b8a9627fe0468f
Existem algumas técnicas que você pode usar para aumentar suas vendas, algumas das que mais me trazem retorno atualmente são técnicas baseadas em automação de marketing online utilizando softwares desenvolvidos para isso, alguns exemplos disso são por exemplo automatizar ações rotineiras como por exemplo:
Postar em grupos do Facebook Diariamente;
Postar anúncios em sites de Classificados Grátis;
Divulgar em Formulários de contato;
Conseguir seguidores no Instagra;
Dentre outras…
Essas ações são rotineiras e repetitivas, e como hoje temos muitas redes online é bem árduo esse trabalho de manter todas essas redes atualizadas e em constante movimento, devido a isso é quase que totalmente necessário ter algumas ferramentas desse tipo, para evitar o trabalho de sua parte e deixar tudo no automático.

Onde Encontrar Essas Ferramentas de Automação de Marketing Online


https://preview.redd.it/4zk2m8lcld261.png?width=1024&format=png&auto=webp&s=9eae69248678b22d511268c9f7da18495ef6f269
Não pretendo deixar links de referência nesse texto então para encontrar um site onde você pode encontrar programas desse tipo faça uma pesquisa no google pelo termo: “ProgramaDivulgarSite Portfolio” você vai encontrar um site com softwares que realizam ações como as que citei acima, essas ferramentas vão te proporcionar muito mais comodidade na hora de realizar suas tarefas de divulgação rotineiras, e mesmo que você ainda não realize esse tipo de marketing você vai ver que é algo que você pode passar a fazer a partir de hoje e que vai te gerar muito mais vendas e resultados.
Hoje a maioria das pessoas já utilizam esse tipo de ferramenta em suas divulgações para automatizar suas tarefas e com total certeza se você perguntar a essas pessoas vai perceber que elas de fato tem excelentes melhorias em seus negócios, “Afinal Marketing é Marketing” e quanto mais você aparecer e para mais pessoas mais você vai vender.
Fia ai a dica, espero que tenha ajudado em algo e tenha em mente que hoje a automação de marketing é algo fundamental para fazer suas redes crescerem, ter mais seguidores, vender mais, divulgar de forma mais fácil e obter mais resultados com seu negócio online ou físico.
Somente uma observação: O site que citei para buscarem tem um sistema de revenda dos programas de automação então além de divulgar seus negócios e ganhar ainda mais com eles você também pode indicar esses programas de divulgação e ganhar comissões por indicação que chegam a R$40,00 por cada indicação.
Abraços ;)
Arquivada em:
http://onlinerenda.com.bblog/o-que-voce-fez-ou-faz-para-aumentar-suas-vendas-online-e-ganhar-ainda-mais-vendendo-na-internet.html
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2020.11.30 13:48 MotorBreath97 Um desabafo

Antes de mais peço desculpa a todos vocês isto vai ser um desabafo e sei que o pessoal vem para o reddit se rir um bocadinho e não para propriamente ler o stress dos outros mas por favor tenham paciência comigo já que a minha ansiedade não o tem. comecei um novo trabalho á cerca de 2 semanas, obviamente que em tempos de hoje é razão para celebrar, mas como tudo em 2020 só se celebra por segundos até algo de mal acontecer, foi me dito que não ia haver formação e não houve, foi 3 dias de "preparação" em que basicamente 2 dias desses dias foi uma explicação por powerpoints (super mal feitos e complicados) das regras de atendimento (apoio ao cliente em que nos mandaram embora a meio do dia e o ultimo puseram me a "ouvir chamadas" que foi basicamente ouvir um colega a ter um monologo porque só se ouvia o lado dele e não do cliente a falar.
Okay pronto não é o começo mais helpful mas pronto vamos lá a isto, os primeiros dias é basicamente a tentar não fazer asneira tentar aprender enquanto se faz, uma coisa para ter em mente é este projeto começou á super pouco tempo e nem procedimentos reais temos para lidar com as situações, é de espectar que então com um projeto acabado de começar sem procedimentos com pessoas acabadas de chegar a coordenadora não está a querer saber se demoras 5 ou 8 minutos a tratar de um assunto de cliente, mas esse não é o caso.
No fim da minha primeira semana já estava a pressionar me para manter as chamadas a 3.50 minutos que é a média que ela quer ter, again nem procedimentos escritos em pedra temos, estamos a lidar com uma área relativamente técnica e com estafetas que só fazem merda em entregas e á pessoas que simplesmente entram em linha para reclamar ou têm assuntos que demoram tempo a tratar e resolver, mas para ela o que importa é manter as chamadas curtas e atender o máximo delas possível "apoio ao cliente". Isto é os standards de "apoio" que uma pessoa que teve 4 anos num callcenter gigantesco leva para um que está a começar á pouco tempo, e sempre constantemente a fazer pressão da mesma forma a quem faz pressão a um gajo que está lá á 3 meses e não atina com aquilo. Já para não falar que fartei de he avisar dias antes que sexta á tarde me foi marcado a consulta de medicina no trabalho, essa mesma sexta pelo meio da manhã quase na minha hora de almoço da forma mais casual possível chega á minha beira e pergunta a meio de uma chamada "o ar condicionada está a funcionar?" e eu pensei "random mas ok" digo que sim e ela vira se "só para informar que cancelei a tua consulta porque precisamos de ti aqui" a sério?!?! A falta de querer saber dos colaboradores, após de dizer que estou com dores de cabeça por causa do stress, resposta dela "faz parte", não pergunta se estou bem ou se preciso de alguma coisa, comprimido, seja o que for.
Mas o pior foi terça feira em que um colega nosso foi embora a meio do dia por não se estar a sentir bem, vim a descobrir sábado que ele testou positivo. Ela nem quiz saber se tinha sintomas ou se estava bem, só perguntou "podes trabalhar por casa?". Se tivesse a certeza que fosse arranjar algo num futuro imediato eu tinha desistido ali e agora. Já estive em impresas o dobro ou o triplo do tamanho da que ela esteve naqueles 4 anos que ela gosta de referir e sentia que pessoas se importavam mais comigo e tinha 100+ pessoas com que se preocupar do que esta que se só têm que preocupar com 7. Agora tenho estado com extrema ansiedade e medo que tenha pegado á minha família e á da minha namorada ambos nós temos pessoas com idades e condições de alto risco.
Peço imensa desculpa pelo desabafo pessoal.
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2020.11.30 08:53 fuinha_destemida Vi um post sobre, e resolvi desabafar um pouco sobre meus pais tambem

Desde cedo, meus dois pais ficavam enfiando merda na minha cabeça. Minha mae chamava minha madrasta de macumbeira e que nao era pra eu ficar perto dela, e que meu pai nao prestava(ia la a cada uns 15 dias qd ele nao faltava). Meu pai por sua vez, fez algo que eu demorei muitos anos pra perceber e que ficou muito enraizado em mim.. ele plantou uma desconfiança enorme em mim na minha mãe, e ficou nisso pela minha infancia e adolescencia inteiras..
Agora vem a parte pegada, a maturidade. Quando eu percebi e quando precisei, qual dos dois tava la por mim. Dando um leve contexto aqui.. tive que me mudar pra casa das minhas tias, cidade pequena etc, ja tinha acabado a escola e procurava emprego, 1 ano que eu gostaria de ter sido tratado igual lixo, mas nem isso fui pq ignoraram completamente a minha existencia durante esse tempo, passei mais uns 2 ou 3 anos morando com minha mae depois sem conseguir emprego e nem internet tinha.. eu beirei tao perto a insanidade que eu achei que ja tinha morrido, sem respostas de curriculos, nao conhecia ninguem e quase nao tinha contatos com meus amigos antigos..
Dito isso chega o "salvador", meu pai diz que posso voltar a morar com ele se eu trabalhar com ele e ele me pagava "pelo menos um pouquinho". Eu tava a beira de um colapso mental entao eu aceitei sem nem pensar mt no assunto, passa tempo, meses de trabalho, nunca tinha visto a cor da grana, peço entao pelo menos alguns favores, cursos pra mim ajudar a expandir o negocio dele ou simplesmente um dentista(que tinha uma na familia da madrasta), nada me foi negado e sim ignorado, e eu sabia exatamente como isso ia terminar mas ainda nao aceitava.
Na primeira semana procurando emprego, começo a ter crises nervosas, chegam em casa me chamando de vagabundo e levantando o tom de voz comigo, nao podia ouvir barulho de porta que eu ja começava a tremer, mas minha madrasta, ah ela foi bem pior.. ela nao se contentava em fazer isso, visto que eu nao perdia o controle e aceitava de cabeça baixa, visto que eu parei de ajudar na loja pq ela falou pra fazer isso pra procurar emprego, e meu pai me cobrava pq eu nao ia na loja ajudar, ela começou a procurar feridas, ate que um dia ela achou, eu fiquei puto e explodi junto. Falou mal dos meus amigos(que realmente me ajudaram quando eu precisei), me criticou pq eu tava procurando um psicologo e disse que "isso é coisa de quem nao apanhou o suficiente"(ela descobriu pq a minha irma falou com a mãe de um ex-namorado que é muito meu parça, e acabou caguetando tudo pra ela).
Dois ou tres dias depois minha mae me liga falando algo de ter voltado pra cidade e eu ir morar com ela denovo, fico muito sem entender e ela entende a minha confusao.. diz que meu pai quer que eu vá embora, e olha de quem eu ouço isso. Alguns dias se passam e minha mae procurando lugar pra gente, vao se alguns eventos sociais da familia do meu pai/madrasta, junto aquele sentimento que eu nem existo pra eles.. os parentes me tratavam bem melhor, mas era bem superficial, mas o que realmente me marcou foi no dia do aniversario do meu pai..
Eu tava saindo bem cedo de casa, antes de geral acordar, pra ir pro curso e procurar trampo, ele acorda e vai ate a cozinha na hora que eu tava saindo, abraço ele e desejo feliz aniversario.. ele fica parado igual um poste e pergunta: "quando voce vai embora?". Me matou por dentro.. fiquei anos vivendo na beira do penhasco me agarrando a um unico fio que era ele.. e eu ouvi isso da pessoa que me manteve são pra nao me matar.
Quando tudo tava pronto pra eu ir morar com a minha mãe, eu só fui embora sem avisar ninguem e deixei o meu chip em cima da mesa e simplesmente sumi dali como se nem tivesse existido.
Alguns meses se passam, sem tentativa de contato de ninguem, so pra me provar que infelizmente eu estava certo, vou ir votar, que por acaso eu tinha colocado la perto da casa deles e tinha esquecido de mudar.. parece ate piada dizer que eu trombei meu pai, minha madrasta e minha avó. Eu comecei a ter um mix de sentimentos.. medo, odio, insegurança, pena por ter que ver minha avó naquela encruzilhada, uma das que absorveu muito o odio que a filha dela tava destilando em mim e deixou muito disso passar pra mim.
Voltei pra casa suando frio e fazendo conta pra manter a cabeça ocupada, tinha ate esquecido que tinha compromisso ali perto nesse dia de tao neurado que eu tava.
Hoje, depois de tudo isso que eu absorvi, fiquei com medo de viver mais ainda, nao procuro mais emprego por ter ouvido tanto que eu nao era capaz de algo que eu tinha total certeza que conseguia, me afundei em um poço que eu mesmo cavei e tive certeza que nao teria como sair dele depois e agora só parece que eu to esperando a minha morte ou o apocalipse como um simples observador.
Teve algumas situaçoes bem memoraveis tb, tipo quando eu peguei dengue e nao conseguia sair da cama e quase morri.. de sub nutriçao pq nao tinha nada pra eu comer, por mais que eu falasse que precisava de algo facil pra descer e fosse facil de ir pegar. Dengue: 3 dias Subnutri: 5 dias. Cheguei a pegar denovo, mas minha consciencia disse que se eu ficasse de cama denovo eu ia morrer, entao só comi sal pra pressao nao baixar e conseguir viver normalmente hehe xd
Levo isso de liçao pelo menos, ninguem é familia so pq é sangue, os que eu considero continuam do meu lado e me apoiam e eu faço o mesmo por eles, como uma familia deveria ser.
tl;dr todo mundo é filha da puta e eu to psicologicsmente fudido
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2020.11.30 01:12 maisumcaraperdido Não publiquei nenhum livro, mas...

Olá pessoal, primeiramente parabéns para quem publicou livro e também para quem fez outras coisas. Queria compartilhar com vocês uma história recente minha, que com certeza daria um livro mas que, com mais certeza ainda, não serei eu a escrevê-lo. Se não tiver muita paciência pra textão pode rolar para a próxima. Vamos lá: há cerca de dois anos atrás eu viajei a trabalho para Brasília e encontrei o que eu achei que seria o amor da minha vida. Sou bastante jovem, bissexual, já tinha sido casado com mulher por dois anos e estava afim de curtir a vida apenas. Quando ele chegou na minha vida eu logo quis algo mais sério, embora eu ainda tivesse alguma resistência, pois tinha terminado meu relacionamento há menos de um ano. Papo vai papo vem, nos demos muito bem, ficamos sabendo que morávamos no mesmo estado a cerca de três horas de viagem um do outro, acabei voltando para casa com o contato dele anotado no celular e com a imagem dele martelando na cabeça. Ele foi me visitar uma vez (eu morava na praia e não tenho carro), depois outra, e outra, e outra... Começamos a namorar. Nos víamos nos finais de semana, passeávamos, namorávamos, conversávamos e nos dávamos super bem. Foi quando a pandemia chegou e eu iniciei um período de trabalho remoto. Nós dois estávamos desesperados com a situação toda, achávamos que iríamos morrer, etc. Fui morar com ele, pois de lá teríamos melhores condições para socorrer nossas famílias caso o pior acontecesse. A boa notícia é que nada de ruim aconteceu com nossos familiares, mas aquela escolha de morarmos juntos foi a sentença de morte para nosso relacionamento. Há duas semanas atrás, aconteceu algo que eu nunca imaginei que me aconteceria: fui expulso de casa. Tivemos uma briga feia e ele me mandou embora. Eu tive que sair naquela hora, tive que organizar as minhas coisas o mais rápido possível e deixar o lugar que eu chamei de lar por quase um ano. Saí com uma mala de viagem pequena com as minhas roupas e uma mochila. Deixei para trás meus livros, parte das minhas roupas, meus objetos pessoais, as coisinhas que comprei com tanto amor para a nossa casa e o principal: a pessoa que eu mais amo (ava?). De uma hora para a outra tive que repensar totalmente a minha vida, modificar planos, traçar outros objetivos, arrumar outro trabalho para me sustentar, etc, tudo isso enquanto tentava superar a perda daquele que eu pensava ser o amor da minha vida. Como eu sou bem mais jovem e pobre do que ele, ele se sentiu bastante confortável em me expulsar da sua vida. Eu tenho os pés no chão, sempre soube que essa era uma possibilidade, mas nunca pensei que ele poderia fazer isso comigo. Nos dávamos muito bem em tudo e a nossa briga final foi por motivos bestas, fúteis. Nessas últimas semanas tenho me apegado ao trabalho, aos amigos e à minha família. Passei dias sem fome, sem sono, com uma dor parecida com a do luto. Agora, os sentimentos que tenho dele variam da saudade ao ódio intenso, passando pela pena. É muito cedo ainda para dizer os impactos disso tudo na minha vida, se vou conseguir confiar em alguém de novo, etc. Porém, posso dizer que estou esperançoso com o futuro, pois tenho descobrido habilidades em mim que eu nunca imaginei que tinha, além de ter ao meu lado pessoas que realmente se importam comigo. O medo de ser jogado fora novamente persiste como uma sombra na minha alma, mas saber que eu posso superar a coisa toda um dia após o outro é um alívio para a alma. Sinto muita falta dele, e tenho muita vontade de ligar e conversar, porém penso que quem fez o pior mal é quem deve pedir desculpas primeiro, não acham? No mais, não me vejo voltando com ele em circunstância nenhuma, uma vez que a nossa relação de confiança já está em cacos ao chão. Para quem teve fôlego para chegar até aqui: vocês já passaram por algo parecido? O que acharam da minha história? Abraços a todos vocês, uma excelente semana!
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2020.11.29 06:34 shuffler_bot O tempo "matou" minha mãe

Escrevi esta parte após ter terminado o texto e bem... ficou bem grande, resumidamente é a história do declínio do meu relacionamento de filho com minha mãe.
É tanta coisa que não sei por onde começar, bom... sou um garoto quase nos 20 e minha relação com minha mãe está em um estado crítico, resultado de um processo que eu não entendo por completo e nem sei dizer quando começou.
Já nem lembro se foi no final do fundamental II ou no começo do ensino médio que parei de almoçar à mesa com minha mãe. No começo do ensino médio, quando comecei a fazer cursinho, minha maior motivação para estudar era passar pra alguma faculdade de renome ,em outro estado, e ter uma desculpa para me mudar. E foi neste período de ensino médio que eu me dei conta de uma sensação já antiga: minha casa me estressava e eu definitivamente queria ir embora. Com efeito, eu já não gostava de conversar com minha mãe (na verdade eu acho que até já me causava uma certa irritação), por conta disso nossa relação foi ficando cada vez mais superficial e eu sentia que "o amor tinha virado bom dia". A casa ficava em um silêncio e em uma tranquilidade "inexplicavelmente" confortáveis quando minha mãe se ausentava (viagens, etc...).
Em 2018 passei no curso que eu queria e na faculdade desejada, me mudei pra outro estado e apesar de uma adaptação difícil, problemas inéditos e uma rotina mais adulta e "trabalhosa", não me arrependi da minha escolha e jamais pensei em voltar pra minha cidade, não importava o quanto meus dias eram mais ocupados ou difíceis, eu vivia o melhor período da minha vida. Isso durou até a incrível pandemia e o cancelamento das aulas presenciais, aos olhos da minha família, já não havia mais motivo para ficar lá sozinho nesse período, então voltei para "casa". Não era primeira vez que eu voltava pra minha cidade, no período de férias eu passava de 1 a 2 semanas, contudo dessa vez foi diferente e já estou aqui a cerca de uns 9 meses.
Durante a quarentena fui me dando conta que a pessoa a qual eu admirava: inteligente, aberta e artística, foi sendo apagada pelo tempo e pela comodidade de seu cargo público. Dessa tragédia emergia uma pessoa ignorante, toxicamente religiosa e com pitadas de fanatismo. Passei a perceber minha mãe como um mal necessário que deve ser momentaneamente tolerado e depois esquecido, após eu conseguir independencia financeira.
Finalmente chegamos ao presente, ontem após um acontecimento de ordem pessoal, no qual eu sabia estar errado e apesar de termos conversado como adultos (eu e minha mãe), reparei o quanto estamos distantes, em todos os sentidos, e fiquei bem magoado. Estou extremamente chateado neste momento e pensando seriamente se eu quero continuar com essa pessoa em minha vida. Sinto que falta pouco para eu acabar falando algo que vai destruir, talvez permanente, o pouco que nos resta da nossa relação e, apesar de tudo, tenho certeza que não estou preparado para isso.
Uma ultima consideração: outra coisa que me deixou ainda mais triste foi ter conversado com o meu pai e ter percebido o quanto ele se esforçou e continua se esforçando pra reconquistar eu e meu irmão após o divórcio (dele com minha mãe). Enquanto ela parece não perceber que o que se tornou está a afastando cada vez mais de pessoas próximas (eu, meu irmão e o antigo namorado, agora ex).
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2020.11.29 04:38 lucius1309 EU VEJO GENTE MORTA

Eu recém completara 21 anos de idade e já estava macambúzio a beça com tudo que vinha acontecendo na minha vida. Acordava pelas manhãs e pensava que não passava de um injustiçado, um maldito entre outros milhões de malditos, primeiro por ter nascido num país de merda como o Bostil, com belezas naturais e recursos de sobra mas com pessoas lixo a frente da porra toda, o que havia tornado nosso país o país do "jeitinho", onde se tem manobra até pra tomar refrigerante grátis de uma máquina. Além do mais, eu, no auge da minha arrogância achava que eu era demais pra uma sociedade de menos, achava que eu tinha que estar ganhando muito dinheiro e comendo as melhores bucetas da cidade, coisa que são poucos que de fato conseguem, muitos por mérito próprio mas a maioria por sorte (ou herança).
Depois de uns meses desempregado, correndo pra cima e pra baixo tentando arrumar um trampo na minha área de formação, resolvi abdicar de quatro anos de faculdade e comecei um emprego numa empresa de telemarketing. Era um emprego honesto, registrado, com horários de descanso, folgas e benefícios, mas eu achava um saco. O bom era o horário. Entrava às 17h30 e saia às 23h50, sendo assim eu evitava pegar trem e metrô em horário de pico, fora que podia acordar tarde todos os dias e não precisava ter um compromisso muito rígido com horário. As ligações também eram poucas após o horário comercial, sendo assim, eu passava grande parte do tempo do meu trabalho conversando com as pessoas que ali estavam. Não que eu fosse de ficar falando, mas quando não se tem o que fazer, geralmente a gente faz isso no tempo livre, uma vez que temos que ficar disponíveis caso o telefone toque.
Tinham umas duas ou três meninas daquele lugar que eu achava interessante pra tentar comer ou algo do tipo. Tomar um sorvete ou um porre de cachaça, quem sabe. Mas eu não me esforçava em nada pra conseguir alguma coisa com elas. Estava um pouco descrente do amor devido ao recente divórcio que eu havia passado menos de um ano antes. Acho que é um luto válido e que muitos passam.
Geralmente eu acordava às 14h, tomava café da manhã e começava a beber, ia bebendo durante o caminho pro trabalho e lá seguia bebendo, saia do trabalho, pegava metrô, trem e ônibus, chegava em casa por volta das 1h30 da manhã, começava a cheirar cocaína e a beber sem parar, ficava assistindo vídeos na internet de pessoas morrendo, primeiro eram os acidentes, depois pessoas sendo assassinadas a facadas, tiros ou pauladas, e por último desenvolvi uma estranha tara em assistir suicídios, eram suicídios de todos os tipos e jeitos, desde enforcamentos, tiros contra o crânio, envenenamentos, doses excessivas de medicamentos, cortes nos pulsos e nos pescoços, enfim, passava a madrugada toda trancado no quarto com as luzes apagadas, bebendo, usando cocaína e assistindo gente morrer. Não recomendo isso pra ninguém, hoje quase 10 anos depois disso, parei com a bebida, as drogas e evito assistir gente morrer. Até hoje eu acredito que sou fudido mentalmente por manter uma rotina dessa por meses, todos os dias sem exceção. Qualquer ser humano que faz isso perde a sua humanidade. E eu não sou diferente.
Um dia no trabalho a minha chefe "Maiden" (apelido dado a ela por ser muito fã da banda de metal Iron Maiden) me chamou pra conversar, era o meu primeiro feedback em quase dois meses de empresa. Eu sempre tive problemas pra ouvir críticas. Não seria fácil.
- Carlos - Ela começou - Seu trabalho está bom, mas tem algumas questões que precisam ser pontuadas. Vamos ouvir essa ligação.
Colocou uma ligação que atendi, escutamos e não parecia ter nada demais.
- Percebe que ali você deixou escapar uma gíria? Nesse outro ponto você levantou o tom de voz com o cliente? Essa informação que você passou foi errada.
Ela pontuou outras questões mas disse que no atendimento eu estava indo muito bem pro pouco tempo de empresa que tinha.
- Carlos, agora eu preciso dizer outra coisa pra você. Espero que você esteja pronto pra ouvir.
- Pode falar.
- Você precisa beber menos. Todos na empresa comentam. Eu sei que você tem bebida alcoolica na sua garrafinha.
- Não sei do que tá falando. - Respondi.
- Claro que sabe.
- Não sei não senhora.
- Escuta, todos percebem o seu cheiro, só você que não. A gente sabe que você trabalha bêbado.
- Eu bebo socialmente, Maiden. Nunca bebi no trabalho.
Ela pegou na minha mão, olhou bem fundo nos meus olhos e continuou.
- Aqui é seguro falar, pode se abrir comigo. Na empresa nós temos um setor que ajuda pessoas como você. Estamos dispostos a te ajudar.
- A senhora vai me perdoar, mas eu não tenho problema nenhum. Nem com bebida e nem com nada.
Tirei minha mão da dela. Ficamos em silêncio mais cinco segundos quando disparei.
- Posso ir embora agora?
- Pode ir, Carlos.
Voltei ao meu posto de trabalho e passei o dia todo com raiva dela e com raiva de mim mesmo. Não que eu achasse que tivesse algo errado, só me considerava diferente das outras pessoas, talvez até um retardado mental ou alguém com algum transtorno psicológico não diagnosticado, e que, naquele momento, não queria diagnosticar porra nenhuma. Queria mais é que tudo fosse pra casa do caralho.
Naquela semana eu chamei um amigo do trabalho pra beber depois do expediente. Miguel era um cara levemente alcoólatra, não como eu, mas ele me acompanhava bem nas doses. Também usava drogas de forma moderada. Havia recém se divorciado, era pai de uma menina de menos de um ano de idade. Mais da metade do pagamento dele era pra pagar pensão, então por isso ele trabalhava pra caralho e no fim das contas tinha pouco dinheiro pra ele. Não reclamava diretamente da filha, mas sim da ex mulher.
- Certeza que aquela puta tá saindo com outro cara e usando meu dinheiro pra bancar o rolê dos dois.
- Deixa de pensar nisso, meu parceiro - eu amenizava - vamos continuar bebendo. Se você ficar falando disso eu fico mal também.
- Carlos, mas pensa como é injusto. O certo seria eu dar as coisas pra bebê, não o dinheiro pra mãe.
- Miguel eu sei disso. Mas todos temos problemas. Não adianta você ficar choramingando nisso, não tem como mudar.
- Você tem razão. Melhor é continuar bebendo.
Passamos mais algumas horas entornando cervejas e doses de vodka de várias marcas. Fui ao banheiro, dei um teco e vomitei.
- Cara, eu pensei aqui numa piada.
- Que porra de piada, Carlos. Cê tá bem louco, isso sim.
- Sim, eu pensei numa piada.
- Qual piada? - Ele perguntou.
- Imagina só, eu tô aqui né, cansado da minha vida e tal. E se eu estourasse as minhas miolos?
- Minhas miolos? Não seria os meus miolos?
- Não, seria as minhas miolos - eu respondi - imagina se me jogo no trilho do trem agora, voltando pra casa, e explodisse meu crânio e minhas miolos.
- Seria uma sujeira do caralho, isso sim. Cala a boca, seu merda. Me passa o pó.
Dei cocaína pra ele, ele foi ao banheiro e voltou mais elétrico do que nunca.
Voltei pra casa e não me joguei no trilho do trem. Cheguei no meu quarto por volta das 7h da manhã. Estava de folga naquele dia. Não conseguia dormir. Tomei um banho, me masturbei e nada. Sai pra buscar uma garrafa e mais pó. Fiquei trancado no quarto o dia todo pensando onde eu chegaria na minha vida se continuasse daquele jeito. Assisti mais videos de gente morrendo e tive algumas ideias pra concretizar um suicídio. Dentro de menos de um ano após aquele dia eu iria tentar me matar oito vezes. Nenhuma com sucesso. Eu olhava nos olhos daquelas pessoas e sentia uma estranha paz habitando dentro delas. Uma pena que aquela paz não habitava em mim.
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2020.11.29 03:36 oquintoanomimo Crise de 18 anos, e a verdade que não me contaram.

História longa, conto as coisas desde que sou criança então se for ler mesmo obrigado pois nunca comentei tudo isso de verdade com ninguém, parece que ninguém me escuta de verdade quando falo algumas coisas e nem mesmo minha família me ajudou muito com isso, sou taxado como adolescente frustrado, mas é da minha vida e do meu futuro que estou falando será que aqui vou ser tratado com mais atenção do que as pessoas que convivem comigo?

Eu fiz 18 anos faz 5 meses, e passei a minha vida ouvindo histórias de que tudo é incrível na vida, a gente faz uma faculdade ganha um dinheiro e esta suave, a real é que as coisas não são assim, a vida é muito diferente dessas histórias de filme ou de propaganda de cursinho pré-vestibular ou de faculdade (de verdade, vendem curso de faculdade como se fosse fórmula para ser feliz na vida), existem diversos fatores que pesam demais na balança dos caminhos para seguir na vida, desde questões financeiras, pessoais e acredito que principalmente familiares, o ambiente que crescemos nos define muito.
Eu sou uma daquelas pessoas que presenciou o divórcio dos pais ainda na infância com 10 anos, na verdade demorou 10 anos para minha mãe realmente divorciar do meu pai para valer, pois nesse tempo de 10 anos eles se separavam e voltavam o tempo todo diversas vezes e eu ficava vendo isso sem entender nada, meu pai é um cusão daqueles que ia trabalhar e ficava com outras mulheres enquanto a esposa cuidava dos filhos, chegava em casa puto e quebrava as coisas e descia a pressão na família e batia nos filhos e na esposa, minha mãe criada por pais de roça humildes, educação religiosa rígida, casou cedo com 20 anos e teve filhos cedo, então da para perceber o quão foda isso foi para mim e fui perceber que tenho problemas de ansiedade e insegurança e acredito que seja por esses motivos na infância pois desde pequeno tenho medo de enfrentar situações de grandes emoções e escuto das professoras e da minha família que sou muito ansioso, além que tive que frequentar psicólogos e fonos quando era muito criança ainda.
Então como eu era criança e sou o caçula, fui morar com minha mãe divorciada e com meus irmãos mais velhos, eu fiquei preso numa bolha de verdade minha mãe e meus irmãos mais velhos tentam a todo custo me proteger até mesmo com 18 anos, tem medo absurdo de mim acabar usando droga ou engravidar alguma garota, então ficava protegido dentro de casa e era muito difícil sair para algum role, a maioria dos meus amigos todos já foram para diversas festas e eu ficava em casa jogando videogame ou vendo merda na internet porque era meu entretenimento ou por falta de dinheiro também para sair, sou daqueles que sempre teve que usar coisa de segunda mão e dividir com todos, e isso me incomoda pois parece que não tenho privacidade. Minha mãe sempre foi meio foda-se comigo no sentido do meu futuro, contanto que eu ficasse em casa e não enchesse o saco dela estava suficiente, então sempre fiquei meio largado pela minha família enquanto minhas irmãs mais velhas ou estavam indo para festas, baladas, ou faculdade e tinham muita liberdade para fazer muita coisa (eu não entendo até hoje como minhas irmãs sempre tiveram mais liberdade que eu, parece que o machismo inverteu dentro da minha casa e eu não estou mentindo) Então só beijei de verdade mesmo 2 garotas na vida, sendo que uma eu transei várias vezes com 16 anos, na realidade não beijei só 2 vezes por falta de opção porque já tive muitas oportunidades de ficar com garotas e até mesmo transar, essas chances sempre estão surgindo, mas eu travo na hora, eu travo muito e ficava sem o que dizer ou agir, minha mente fica fechada parece que todos os pensamentos paravam de funcionar e a garota sempre tomava a iniciativa e eu só correspondia, e eu não sei porque eu tenho essa atitude não é algo forçado é quase que interno saca?
Então tudo que eu tinha era estudar, com 13 anos tive o sonho de entrar no ITA pois era "difícil" e todo mundo que entrava era considerado pika e foda, e alimentei esse sonho por 5 anos pois todo professor ficava me incentivando a tentar isso, acabei estudando bastante e entrei num IFSP que é uma escola federal técnica, no qual estou terminando o ensino médio na mesma, mas em relação ao ITA fui perceber aos 18 anos que não era realmente o que eu queria, na verdade eu nem sei o que eu quero nessa poha de vida, eu sou meio inclinado para exatas pois gosto de matemática mas também sou muito bom com humanas, então a única coisa em mente que tenho é engenharia porque todo mundo que é bom com matemática faz isso, talvez engenharia da computação ou engenharia elétrica pois esta de acordo com o meu técnico e gostei do mesmo, mas com 18 anos ainda mais na pandemia a sensação que eu tenho é que entrar numa faculdade de cabeça no foda-se sem ter 100% certeza é um tiro no meu pé que vou me arrepender.
Então ainda mais com a pandemia, acabei ficando meio pesado por dentro, não estou dando tanta atenção para escola como deveria e me entedio facilmente com muitas coisas, tudo que eu penso é no meu futuro e o que eu vou escolher.
Na verdade eu tenho vontade de resolver esses problemas que tenho de ansiedade e autoconhecimento parece que roubaram de mim minhas oportunidades, me sinto travado socialmente, parece que algo dentro de mim me repreende e me prende automaticamente, também que percebe que surgiu entradas no meu cabelo e tenho quase certeza que foi pelas crises de ansiedade que sofre, ter a sensação que estou ficando careca fode tudo ao dobro mas essas questões nunca foram levadas a sério pela minha família então eu meio que caguei para isso, mas não da para fingir para si mesmo por muito tempo, além disso tem a pressão dos 18 anos de fazer faculdade ou de arrumar um trampo e decidir sua vida inteira em 12 meses, quero me conhecer mais e aprender mais comigo mesmo, na real se nada importasse eu queria juntar um dinheiro e tentar viajar para algum país fazer um intercambio, aprender inglês e ganhar experiência de vida, mas tenho medo de não fazer faculdade e perder a chance de conseguir um bom emprego mas eu nem sei que curso quero fazer, ou que caminho quero seguir na vida, e essas questões pessoais principalmente envolvendo minha ansiedade pesam muito na minha escolha, eu me sinto com correntes na cabeça presas as minhas mãos, tudo que faço fica acorrentado, mas sinto que isso não foi algo que eu fiz então porque não consigo resolver?
Se você leu até aqui eu agradeço muito de verdade, pois penso nisso há muito tempo e não consigo visualizar o que estou precisando resolver, se realmente tem algo para eu resolver ou se só estou criando problemas...
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